terça-feira, setembro 27, 2011

Finanças Corporativas - Controle seu fluxo de Caixa!

O sucesso do negócio depende da capacidade do empresário administrar os recursos financeiros de modo a garantir o capital de giro mesmo diante de situações adversas entre a saída e a entrada de capital. O resultado é visível: negócios bem administrados financeiramente geram maiores lucros. Isto, no entanto, demanda envolvimento e dedicação por parte do administrador. 


Uma boa gestão financeira é fundamental para assegurar o sucesso de uma empresa, o objetivo final é ter lucro e, para que isso aconteça, o empresário tem de dar muita atenção a tudo o que acontece com o caixa da sua empresa.



É muito importante acompanhar de perto o fluxo de caixa da empresa, a grande maioria acaba contratando um contador externo para fazer esse serviço. Mas somente o contador não é suficiente. Deve haver um acompanhamento de caixa diário, feito pelo próprio proprietário, por um funcionário designado para cumprir essa função ou por um consultor especializado neste assunto.O empresário tem de saber, por exemplo, quanto custa e por quanto está sendo vendida uma certa mercadoria. Tem, também, de controlar todas as entradas e saídas do caixa, e registrar absolutamente tudo. Qualquer tipo de retirada ou de recebimento deve ser controlado pelo proprietário, porém para que isso ocorra será necessário ter muita disciplina. O controle de fluxo de caixa deve ser sistemático, feito com muito cuidado, não só com o dinheiro em caixa dentro da empresa, mas também junto ao banco, com todos os saques e depósitos feitos na conta. Todo esse cuidado se justifica, um dos problemas mais recorrentes, principalmente em empresas de pequeno porte, é o descontrole financeiro. Muitas vezes, o dinheiro do empresário acaba se misturando com o da empresa, e vice-versa. E isto não é uma postura adequada para uma empresa que quer se manter no mercado e crescer.

Para que o empresário tenha uma visão mais ampla do seu negócio, é necessário fazer mudanças, não só de controles efetivamente ditos, mas de postura, para a pequena e média empresa, fazer esta gestão financeira é extremamente importante, visto que, muitas vezes, o empresário adota diversas frentes, como Vendas, Produção, Relacionamento com Fornecedores, entre outras, e acaba deixando a análise financeira para outro plano. Planeje-se e faça o controle diariamente para que não seja tarde de mais.

terça-feira, setembro 20, 2011

Finanças Pessoais - Organize suas contas até o final do ano!

Durante o ano, despesas planejadas ou não, podem comprometer o orçamento  e deixar as contas em desordem, a falta de planejamento financeiro é um dos fatores que colabora para que as contas fiquem fora do controle, para que você tenha um final de ano tranquilo, vale conferir algumas dicas que o ajudaram a resolver alguns problemas:
  • Planejamento Financeiro: o primeiro passo é identificar todas as despesas e receitas, elaborando uma lista. E fundamental saber o quanto se gasta e o quanto se recebe, sem isso as contas ficaram "a ver navios";
  • Estabeleça metas de consumo: por isso, é importante que o consumidor tenha listado todas as suas despesas e saiba exatamente quanto elas representam na sua renda. Esse exercício, apesar de parecer um desafio, permitirá que a pessoa assuma o controle de sua vida financeira.
  • Investindo na economia doméstica: a pessoa deve fazer uma avaliação sobre os serviços contratados e verificar se eles são realmente necessários para a família. São eles: telefonia fixa ou móvel, televisão paga e internet. Avalie se todos estão fazendo um bom uso desses serviços e se não existem outras opções que atendam a essas necessidades, pois só assim é possível enxergar os exageros que, na maior parte das vezes, estão nas pequenas coisas.
  • Consumo consciente do crédito: se o consumidor pretende utilizar recursos extras, é necessário ficar atento às seguintes modalidades: cheque especial, cartão de crédito e crédito pessoal. Essas são as modalidades que possuem elevadíssimas taxas de juros no curto prazo.
  • Investir: para construir um patrimônio, é preciso economizar parte de sua renda, mas não só isso. Tão importante quanto economizar é investir seu dinheiro. Caso contrário, o esforço de economia não ajudará muito. A primeira razão para investir é o poder devastador da inflação em longo prazo. As economias precisam estar investidas para que o consumidor possa manter seu poder de compra ao longo dos anos. A segunda razão é que investimentos bem sucedidos acrescentam mais dinheiro às suas economias.
  • Estratégia financeira: seja qual for a estratégia que irá adotar, é importante lembrar que elas são essenciais para se obter bons resultados. Ter muita organização, disciplina e força de vontade também é fundamental para que se alcance uma ótima saúde financeira, pois a falta de prioridade, interesse e objetividade são grandes desafios que devem ser vencidos por quem quiser alcançar com sucesso as suas metas.


Finanças Corporativas - Conheça algumas dicas para abrir e formalizar seu próprio negócio.

Dar início a um novo negócio  pode parecer uma tarefa fácil, mas fazê-lo vingar exige mais do que dinheiro em caixa e interesse em trabalhar no que gosta. Aqui, planejamento é essencial, e isto, desde a abertura até a formalização de um empreendimento.

As questões tributárias e legais, por exemplo, costumam se mostrar tão vitais para a longevidade de uma empresa quanto a escolha dos produtos que serão ofertados ao mercado. Por isso, atenção!

Enquadrar sua empresa na categoria correta pode ser decisivo para tornar seu negócio mais competivivo e rentável - as esferas de atuação (federal, estadual ou municipal) podem alterar, e muito, os valores pagos pelo empreendedor.

Se você pretende abrir um negócio, fique atento às orientações e comece o seu empreendimento com o pé direito.
  
Contador – prefira um contador idôneo, que tenha boa reputação no mercado e que apresente experiência no mesmo segmento de atuação em que você pretende atuar; 

Não dependa de um subfaturamento – evite que seu negócio dependa de subfaturamento ou mesmo de informalidade. Não acredite e não use o argumento de que negócio no Brasil, só dá certo se for informal; 

Mão de obra formal – procure contratar profissionais dentro dos padrões exigidos pela lei. O risco de ter quer responder a processos por contratações indevidas é grande e pode prejudicar o orçamento de uma empresa no futuro. E lembre-se: nada pode ser pior que pagar uma indenização de uma só vez na Justiça do Trabalho; 

Planeje o orçamento – acostume-se a fazer um orçamento desde o início do empreendimento. Acompanhe o orçamento de perto e lembre-se que uma empresa não precisa de ferramentas sofisticadas para possuir controles.; 

Economize – poupe o dinheiro da empresa e não gaste com equipamentos e materiais desnecessários. Lembre-se que uma empresa em seu início de vida não pode ter hábitos normalmente comuns de uma corporação. Economize em tudo que não traga melhorias de resultado (vendas e geração e caixa); 

Mantenha o foco – os recursos de uma empresa, inclusive os humanos, costumam ser escassos. Certamente você não terá energia e tempo gerencial para todas as boas ideias que aparecerão. Por isso, escolha cuidadosamente o que está ao seu alcance e faça bem feito; 

Cuide do seu relacionamento com os clientes – mantenha uma relação harmoniosa com seus clientes e evite perdas neste início de atividade. Uma empresa de pequeno porte sofre um impacto muito maior ao perder um bom cliente do que outra já mais estruturada;

Tenham todos um ótimo dia!

segunda-feira, setembro 19, 2011

Finanças - Confira dicas dos profissionais envolvidos em uma obra.

Olá amados, todos nós um dia iremos passar por uma reforma ou construção de nossas casas ou apartamentos, por isso vale a pena conferir algumas dicas dos profissionais envolvidos na obra e qual o seu papel.

Contratar um arquiteto custa caro? A resposta é simples: não. Ao contrário do que a maioria pensa, contratar um arquiteto para projetar sua casa ou reformar seu apartamento não custa caro. Há algumas décadas, esses profissionais eram escassos no mercado e o preço era alto. Em São Paulo, por exemplo, o número de arquitetos formados nos anos 50 era de apenas três por ano, em média. Era natural que eles cobrassem mais pelos projetos, uma vez que a concorrência era menor.

Com poucos profissionais no mercado, havia ainda certo preconceito e obscuridade nesse ramo. Não se sabia ao certo qual era o papel do arquiteto dentro de uma obra. Os proprietários eram quem faziam o "projeto" da casa e encomendavam ao engenheiro-arquiteto apenas a execução. Mesmo que hoje o quadro nessa área não seja muito diferente, há maior aceitação do arquiteto e, além disso, o preço do projeto tornou-se muito menor. Com a proliferação de escolas de arquitetura pelo país e o aumento das vagas daquelas já existentes, o preço desses profissionais despencou.

Mesmo quem não está pensando em vender uma casa que ainda não saiu da prancheta, é preciso destacar que uma família muda de necessidades ao longo dos anos e (na maioria das vezes) de padrão socioeconômico, para cima ou para baixo. E uma casa bem construída, com um traço de bom gosto, é infinitamente mais líquida no mercado imobiliário do que aquela feita com os caprichos da dona. Não estamos tratando de arquitetos famosos, consagrados no exterior e nem com uma coleção de prêmios de arquitetura. O profissional em questão é o arquiteto médio, com uma boa formação e certa experiência em projetos. Claro que é impossível definir um valor exato. Tudo vai depender do tamanho da obra e do nível de detalhamento.

Quanto maior o tamanho da construção, menor será a proporção dos custos do arquiteto em relação do total da obra. Isso que dizer que para uma casa simples, de aproximadamente R$ 70 mil com o terreno, o preço do projeto (detalhado) ficará entre R$ 2 mil e R$ 3 mil, o que equivale a um valor entre 2,9% e 4,3% do total da obra. Não se esqueça que o valor da casa se refere ao custo da obra e da aquisição do terreno, e não ao valor de mercado da propriedade.

Já numa casa de R$ 300 mil, o preço ficará entre R$ 5 mil e R$ 7 mil, correspondendo a uma taxa entre 1,7% e 2,3%. Não podemos esquecer de que o arquiteto também tem autorização para executar a construção de uma casa e pode ser o responsável técnico pela obra. Apesar de serem poucos os profissionais que sabem como construir de forma eficiente (essa tarefa cabe mais a um engenheiro civil), existem bons arquitetos no mercado, cobrando uma taxa de administração da obra que varia entre 10% e 25% dos custos totais da construção.

Vale a pena contratar um engenheiro?
Até aproximadamente 20 anos atrás, quando uma família de classe média ia começar uma obra, o ritual era o mesmo. Chamava-se um desenhista ou projetista, que na maioria das vezes não tinha diploma de arquiteto muito menos de engenheiro. Palpites eram dados na hora da criação e concluída essa fase, era a vez do engenheiro entrar. O problema era que ele apenas assinava o projeto para a aprovação na prefeitura. Não fazia mais nada. Pagava-se apenas pela sua assinatura.

Atualmente a classe média continua adotando esse mesmo procedimento ao construir uma casa, mas tem buscado cada vez mais a orientação de um profissional na área. E muitos têm ficado contentes com a consultoria de um engenheiro. Principalmente no que se refere aos custos da obra. Ao contrário do que muita gente pensa, a contratação de um engenheiro, além das questões técnicas específicas, ajuda na redução dos custos de uma obra.

Contratar mão-de-obra, comprar materiais e ainda fiscalizar a construção não é um trabalho simples. É para isso que existem milhares de profissionais especializados. Quem nunca soube de alguém com enormes dores-de-cabeça durante uma obra? Pedreiros que somem na metade da construção, materiais desperdiçados (ou senão mal comprados), roubos sérios dentro do canteiro de obras. Esses são apenas alguns exemplos dos problemas que podem surgir.

No que diz respeito à compra de materiais, as empresas de engenharia têm a possibilidade de adquirir material por um preço abaixo do mercado. Os depósitos de materiais de construção possuem departamentos exclusivos para atender a pessoas jurídicas, oferecendo descontos que vão de 8% a 10% em relação ao preço para os demais clientes.

Como em qualquer prestação de serviços, ter referências de um profissional ou de uma empresa de engenharia é fundamental antes de se começar a obra. Existem diversos casos de clientes que tiveram danos financeiros e sofreram processos na Justiça por conta da incompetência e da desonestidade de profissionais dessa área.

Lembre-se de que o proprietário da obra é responsável por tudo que acontece dentro de sua obra. Ou seja, se a construtora deixar de fazer algum pagamento, a Justiça irá procurar o dono da obra, que é o beneficiário final no processo. Isso tanto no que diz respeito ao salário de funcionários ou do pagamento a fornecedores.

Outro item a ser analisado antes de se fechar negócio com uma empresa, fora a idoneidade, é a situação atual de seu quadro técnico. Não basta apenas verificar o histórico no currículo da construtora. É preciso ver se durante toda a obra haverá profissionais capacitados para acompanhar todo o processo de execução. Quando o mercado está parado, as empresas demitem mão-de-obra e o que pode acontecer é sua obra ser gerenciada por um estagiário ou mesmo por um engenheiro recém-formado, sem experiência nesse assunto.